Nossa senhora das coisas impossiveis que procuramos em vão. Vem, soleníssima, soleníssima e cheia de uma vontade oculta de soluçar. Talvez porque a alma é grande e a vida pequena, e todos os gestos não saem do nosso corpo, e só alcançamos onde o nosso braço chega, e só vemos até onde chega o nosso olhar